Um paparazzi discreto…

Dizem que não tenho sotaque mas quando me apanham distraído lá solto uma daquelas palavras ou nomes estranhos que não é normal ouvirem e aí, acuso logo as minhas origens.

Passava as tardes a brincar com uma máquina analógica mas sem rolo, porque o vicio era tal que andava sempre a disparar, e a minha mãe já não podia com tanto rolo pra revelar. No fundo no fundo, era aquela satisfação de ouvir o clique e ver o mundo por um rectângulo com mira que me fazia romantizar até as coisas mais banais e menos fotogénicas.

Nestas voltas e voltinhas, juntou-se mais de uma década de trabalhos! De momentos únicos e muitas fotos que se tornaram as recordações e delicias de muitos clientes e, impulsionaram muitas marcas a ter uma imagem forte e consistente.

Não foi assim à muito tempo, que aquilo que parecia na altura ser uma péssima ideia, deu hoje uma óptima história cheia de gratificação por ver cada cliente satisfeito.